sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Hoje, sinto-me realizado e, por isso feliz. Mas, ao mesmo tempo, preocupado e triste. Os dois primeiros sentimentos devem-se pelo facto da minha filha Maria, aos vinte anos, ter concluido a licenciatura em Arte e Multimédia-variante fotogra...fia, pela Faculdade de Belas Artes (com frequência completa e dedicada de 3 anos, sem equivalências nem reconhecimento de créditos curriculares); Os dois estados de espirito subsequentes explicam-se porque prevejo a incerteza pessimista do seu futuro, neste promontório agreste que deixou de ser as «madrugadas que se esperavam", "inteiras e limpas" para em "Liberdade habitarmos as substâncias do tempo" e se transformaram numa nova "noite" e num outro "silêncio", corrompido no sonho e no desejo de não haver,apenas, como alternativa consequente, uma diáspora forçada para outros lugares.Ver mais
Foto de Maria da Guia

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Eugénio... de Montoito

Ontem, passei pelas minhas origens: «Lugar de Montoito», junto ao mar, na Lourinhã.

Sintra, através da minha janela II.

Falar sobre a magia de Sintra só é possível parafraseando as ideias e as palavras de tantos outros que escreveram e descreveram a singularidade magnificente deste "jardim do paraíso terreal". Pelo que é compreensível e aceitável que quando queremos registar o nosso pensamento as palavras encontrem o eco de muitos escritos, uns nossos e muitos de outros, mas, todos eles, incomensuravelmente, edénicos de sentimentos e repletos de propósitos de viver esta "sublime criação".

Sintra, através da minha janela.

«Em Sintra não se morre – passa-se vivo para o outro lado. Porque a morte é impossível no vigor da beleza. E a memória do que passou fica nela para colaborar.» "Louvar Amar". Vergílio Ferreira

domingo, 19 de fevereiro de 2012

19 de Fevereiro de 2012




Passou um ano, de um reencontro de amigos de juventude. Fomos cinco, o Pipas, o Jorge, o Filipe, o Jaime e eu. No meio do almoço e das recordações, surgiu uma ideia, juntar toda uma geração.
Em Junho de 2011, foi assim.



Então escrevi:

ONTEM VIVI UM GRANDE DIA

Ontem vivi um grande dia. Um dia inesquecível. Uma viagem na memória do tempo, em que reencontrei amigos e conhecidos; Em que relembrei “estórias”, cumplicidades e encantos. Um dia em que chorei pela saudade daqueles que já não estão connosco e ri na satisfação e na disformidade da alegria provocado por este encontro de “donzelas”.
Hoje, relatando às minhas três filhas o que vivi ontem, apercebo-me de duas sensações extraordinárias que se entreligam naquilo que concerne, habitualmente, a leitura de um fio de vida, quando pesamos tudo aquilo que ficou para trás na procura da razão e do sentimento, por queremos justificar o que somos e o que fazemos no presente.
Ontem, vivi, acima de tudo, o meu tempo de Caneças, através de “flaches” de memória. Foi uma sensação exuberante. A muitos “olá Eugénio”, senti-me obrigado a ultrapassar a dificuldade imposta pelo esquecimento, no procurar do pormenor dos rostos a exigência da lembrança; E, quando ela vinha, a síntese das palavras revista nos nomes, transformavam-se em abraços e beijos.
Por último, gostava que o propósito desta minha declaração possua a dualidade de deixar aqui, nesta página de facebook, o meu reconhecimento a todos aquelas e aquelas que intervieram com a sua arte e o seu engenho e organizaram, planificaram e concretizaram este “Encontro de Gerações”, transformando esta Festa em algo inesquecível; E, paralelamente, como elemento do Grupo das “Cinco Donzelas”, agradeço o carinho, a simpatia e o reconhecimento de que fui alvo, registando a minha admiração por todos. Um BEM HAJAM!
OBRIGADO, A TODOS, POIS, ONTEM, VIVI UM GRANDE DIA.

Eugénio Montoito,
Carvoeira (Mafra). 5 de Junho de 2011

19 de Fevereiro de 2012


Passou um ano, de um reencontro de amigos de juventude. Fomos cinco, o Pipas, o Jorge, o Filipe, o Jaime e eu. No meio do almoço e das recordações, surgiu uma ideia, juntar toda uma geração.
Em Junho de 2011, foi assim.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012